Máquina de cartão: não há desculpas para não mais utilizá-las

As principais objeções apresentadas pelos comerciantes, negocientes e prestadores de serviços para não utilizarem máquina de cartão e receberem pagamento por elas são:

  • Dificuldade de conseguir uma máquina de cartão;
  • Altas taxas cobradas pelas empresas;
  • Demora em receber o pagamento;
  • Não possuir conta corrente ou de poupança para receber os valores das vendas.

Vamos ver que nenhuma delas se sustenta após refletirmos um pouco:

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Máquina de cartão: porque utilizá-las para vender

É surpreendente, mas ainda existem muitos comerciantes e prestadores de serviços que não aceitam pagamentos por cartão de crédito ou débito por não usarem máquina de cartão.  As principais objeções levantadas por eles são:

Eesses comerciantes e prestadores de serviços precisam, urgentemente, repensar o uso da máquina de cartão. É possível que eles estejam deixando de faturar cerca de 50% a mais do que poderiam ao não aceitar cartão de crédito e débito.



Os principais motivos para ter uma máquina de cartão e aceitar pagamentos com cartões de crédito e débito são: Continue reading…

 

Point Mini, a maquininha do Mercado Pago

Com a explosão de empresas oferecendo maquininhas de cartão (atualmente são mais de 50 delas), torna-se difícil decidir qual delas é a melhor.

Essa decisão sempre deve ser tomada sobre dois aspectos: qual: será o uso da máquina e qual empresa cobras as menores taxas. Para ajudar fizemos dois artigos analisando quais as melhores máquinas sobre esses aspectos.

Aqui vamos falar especificamente da maquininha do Mercado Pago, a Point Mini. Essa maquininha mercê destaque pois:

  • Dinheiro disponível na hora (e também no cartão Mercado Pago) para ser sacado ou pagar contas;
  • É a que cobra a menor taxa na venda a débito;
  • É a segunda a cobrar a menor taxa na venda a crédito em 1 vez, com pouquíssima diferença da primeira colocada;



Compare as taxas da Moderninha, do PagSeguro x Taxas da Point Mini, do Mercado Pago

  • É uma das mais baratas para serem compradas e não cobra mensalidade;
  • Funciona com todas as bandeiras de cartão;
  • Não é preciso ter conta corrente ou poupança para utiliza-la.
foto da máquina Point Mini do Mercado pago

A máquina de cartão Point Mini do Mercado Pago saiu-se bem no comparativo com outras máquinas a pagar um alto valor líquido nas vendas a débito e crédito em 1 vez

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Qual a melhor máquina de cartão conforme o uso

Hoje são tantos os modelos de máquina de cartão bem como as empresas que vendem ou aluguem – em 2018 há mais de 50 delas – que torna-se difícil escolher qual a melhor máquina. Para tomar a decisão sobre uma máquina ou outra, além de considerar o custo da maquininha (compra ou aluguel) e as taxas cobradas nas vendas a crédito e débito, é muito importante também considerar como você vai utilizar a máquina de cartão.

No entanto, além de considerar o custo da maquininha (compra ou aluguel) e as taxas cobradas nas vendas a crédito e débito, é muito importante também considerar como você vai utilizar a máquina de cartão.

Vamos ver abaixo alguns tipos de usos e quais as máquinas indicadas ou não para eles.

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Qual a melhor máquina de cartão com base nas taxas

Para quem precisa receber pagamentos através de cartão de crédito e débito não faltam opções de máquinas de cartão disponíveis no mercado. O que precisa ser levado em conta antes de tomar a decisão de comprar uma máquina de cartão são dois aspectos:

  1. Como a máquina será utilizada (wifi, chip, conectada a um celular, portátil, necessidade de comprovante em papel, etc..);
  2. As taxas cobradas nas vendas a débito, nas vendas a crédito em 1 vez e nas vendas a crédito parceladas.

Vamos nos concentrar em responder a questão analisando o aspecto taxas cobradas. Quase todas as empresas de máquinas de cartão cobram as mesmas taxas, independentemente de qual modelo de máquina de cartão delas você utilizar. Assim, se você utilizar uma máquina que se conecta por bluetooth ao celular ou uma da mesma empresa que tenha conexão wifi e 3G, vai pagar as mesmas taxas. Por isso, em nossas análises utilizamos o modelo de máquina mais barato dessas empresas pois as taxas serão as mesmas de modelos superiores.



Quanto ao aspecto uso da máquina você pode ver nesse nosso artigo qual a melhor máquina

Qual a melhor máquina de cartão conforme o uso

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Taxas da moderninha X de outras máquinas de cartão

Fizemos um comparativo das principais máquinas de cartão de crédito e débito utilizando o telefone celular (Minizinha, Point Mini, SumUp Top, Izettle, Cielo Mobile e Mobile Rede). Você verá que há pouca variação das taxas ofertadas entre elas, dos prazos de pagamento e do valor do equipamento (taxas válidas para julho/2018).

Na hora de escolher qual máquina de cartão você irá receber suas vendas através de cartão de débito e crédito é importante você pesquisar a empresa, o histórico de reclamações dos seus clientes, etc. Confiança, como tudo na vida, aqui também é fundamental!

Pior do que não vender, é vender e não receber.

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Chargeback ou estorno: como prevenir e evitar

Torça para que não aconteça com você mas há uma grande probabilidade que ao aumentar o número de vendas com sua máquina de cartão você sofra o chamado “chargeback” ou estorno , que nada mais é do que o cancelamento de uma compra realizada através de cartão de débito ou crédito.

O chargeback pode ser solicitado pelo titular do cartão nas seguintes situações: Continue reading…

 

Máquina de cartão: como escolher a melhor

O uso de cartão de crédito já tem algumas décadas, mas só há poucos anos tornou-se acessível para o pequeno comerciante, vendedor ou prestador de serviços aceitar cartões de crédito e débito. Antes era necessário ter uma pessoa jurídica, pagar um aluguel mensal nada barato e taxas “salgadas” sobre as vendas para ter uma máquina de cartão.

Para piorar, havia pouquíssima concorrência, pois, o setor de pagamentos era dominado por duas grandes empresas, a VisaNet (hoje Cielo), que só trabalhava com cartões Visa, e a Redecard (atual Rede) que só aceitava cartões Mastercard. Para aceitar cartões Cisa e Mastercard era necessário ter máquinas diferentes é é claro, pagar o aluguel delas que não era nada barato. Não havia a opção de comprar a máquina como hoje acontece.

Quem começou a abrir o mercado e dar acesso às máquinas de cartão para os milhões de pequenas empresas e pessoas físicas que faturariam mais aceitando cartão de crédito e débito mas não tinham como bancar os custos anteriores para operá-las foi a PagSeguro, com a sua “moderninha”. Continue reading…

 

Voto nulo não anula eleição! Não caia nessa…

As empresas dependem da situação econômica geral para prosperam (e até para sobreviverem…) Por isso, todo empresário deveria estar preocupado com o cenário político brasileiro e alerta para as mentiras (atualmente chamadas de fake news) contadas e repetidas com frequência pela Internet.

Hoje vamos desmascarar uma delas: a de que se mais da metade dos votos forem nulos, a eleição será anulada.

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A crise e a pequena empresa – dicas para sobreviver

Lemos nos jornais e assistimos na televisão economistas e especialistas falando da crise econômica brasileira quase sempre usando teorias e mencionando empresas enormes. Mas, e para quem tem um pequeno negócio: como sobreviver e sair da crise? Quais dicas práticas podem ser usadas? É exatamente sobre isso que vamos falar: como, na prática, vencer a crise se você tem uma pequena empresa!

O certo é que períodos de crise fazem parte da história de todas as empresas. E isso é uma constatação tão antiga, não só para empresas, como para a vida de todos nós que na Bíblia Gênesis 41 já fala de sete anos de fartura e sete anos de fome… Não se trata de evitar as crises e sim se preparar para elas, sobreviver e sair mais forte delas com condições de avançar mais no mercado.

Na prática, para vencer a crise qualquer empresário precisa prestar atenção na gestão e em seus custos:

  • Uma boa gestão permitirá a ele tomar decisões melhores sobre o que é mais rentável para seu negócio;
  • Um controle de custos eficaz evitará que ele gaste recursos com o que não traz resultados satisfatórios.

Faz uma enorme diferença compreender que as empresas que crescem na crise atribuem seus resultados aos seus esforços enquanto as que declinam atribuem-no a situação econômica. Não importa o tamanho da empresa, até mesmo aquelas com apenas uma pessoa podem melhorar sua gestão e controlar melhor seus custos!

 

Boa gestão

Em períodos de crise, ainda mais, é necessário melhorar a organização (gestão) da empresa e deixá-la mais preparada para quando voltar a bonança. A crise traz inúmeras oportunidades para isso: fornecedores que antes eram inacessíveis, melhores condições de pagamento, bons profissionais disponíveis no mercado, etc.

Olhe principalmente para sua estrutura de custos, sua equipe e os produtos que oferta. E pergunte-se sempre: como ser mais eficiente?

  • Quais produtos resolvem problemas reais dos consumidores e eles têm urgência para comprá-los?
  • Quais produtos são complementares aos que trabalhamos?
  • Quais as deficiências da minha equipe?
  • Existe alguma forma de trabalhar mais eficiente do que a nossa?

Melhorar a gestão, na prática, passará por vários dessas dicas:

  • Priorizar tudo que for urgente e importante para os resultados;
  • Sua equipe é um recurso valioso: incentive-a a dar sugestões de economia e de novas ações de negócio;
  • Faça parcerias com outras empresas;
  • Verifique se seus preços estão compatíveis com a concorrência.
  • Procure vender produtos e serviços complementares aos já oferecidos, buscando ampliar o valor da compra (ticket médio) de cada cliente;
  • Crie promoções frequentes ou ofereça um produto ou serviço com preço baixo, para atrair clientes;
  • Use a criatividade para divulgar seus produtos e serviços gastando pouco ou nada com isso;
foto de loja com propaganda inusitada

Ser criativo na hora de anunciar pode reduzir custos e chamar mai a atenção dos clientes

  • Pesquise boas práticas de concorrentes e de empresas de outros ramos (benchmarking), inspirando-se nelas para inovar;
  • Ofereça comodidade para o cliente – atendimento fora do horário comercial, whatspp, etc;
  • Mantenha contato frequente com seus clientes para que eles se lembrem de você como primeira alternativa, ao precisar de produtos e serviços que você oferece;
  • Pesquise constantemente novos produtos e fornecedores;
  • Negocie prazos e condições de pagamento;
  • Procure clientes que estão devendo, cobre-os e faça acordos de pagamento;
  • Ofereça aos clientes parcelamentos com cartões de crédito;
  • Embuta serviços junto aos produtos que vende para que seus clientes não consiga separar quanto custa cada um deles
  • Venda soluções e não problemas aos clientes: nada é pior para um cliente quando ele não sabe a quem responsabilizar quando um produto ou serviço não atende suas necessidades.

Complementarmente a essas dicas práticas, procure avaliar seus pontos fortes e fracos, bem como as oportunidades e ameaças que existem no mercado. Nos livros de Administração isso é chamado de Análise Swot. Não é difícil de fazer e ajuda muito para melhorar sua visão da empresa.

 

Controle de custos

No mundo ideal, todas as empresas deveriam olhar seus custos com muita atenção. Mas não é isso que acontece, em especial em períodos de crescimento e boas vendas. Infelizmente quase todos se esquecem que a única coisa que uma empresa pode controlar são seus custos pois a receita, essa depende da boa vontade do cliente e nós não temos controle sobre ela.

Torna-se então necessário fazer um corte de custos para sobreviver a um período de crise. No entanto, muitos erros são cometidos nesse processo. O maior deles, é com consequências graves, é cortar de forma linear os custos. Todos os custos devem sim ser examinados e verificadas, individualmente, oportunidades para diminuí-los. No entanto, é preciso avaliar onde haverá menos impactos com os cortes e fazê-los primeiro. Depois desses é que se deve partir para cortes com maiores impactos.

Controlar custos, na prática, passa por várias dessas dicas:

  • Corte gastos supérfluos;
  • Analise todas as despesas verificando as que podem ser reduzidas e estabeleça um percentual para cada uma delas;
  • Priorize os pagamentos que tem maior impacto no funcionamento da empresa;
  • Faça rodízio entre os compradores e suas áreas de compra: com o tempo o comprador fica suscetível à simpatia de um vendedor e pode acabar cotando com empresas que sabe terem preços superiores;
  • Terceirize o que não for essencial – nada de fazer internamente o que não é indispensável;
  • Alugar pode ser bem mais vantajoso do que comprar;
  • Evite deslocamentos desnecessários: use mais os recursos tecnológicos para se comunicar;
  • Não tenha pena dos bancos: olhe com lupa as tarifas bancárias que a empresa paga;